The Perception of Pain in the Experience of Childhood Cancer
Documento
Informações
Título
The Perception of Pain in the Experience of Childhood Cancer
Título (EN)
The Perception of Pain in the Experience of Childhood Cancer
Autor(es)
Hilze Benigno de Oliveira Moura Siqueira | Amanda Batista Vilarindo | Rodrigo Ramon Falconi Gomez | Simone Saltareli | Talita de Cássia Raminelli da Silva | Fátima Aparecida Emm Faleiros Sousa
Instituição
Universidade Paulista
Tipo
Artigo
Taxonomia
Publicado em
SIQUEIRA, Hilze Benigno de Oliveira Moura; VILARINDO, Amanda Batista; GOMEZ, Rodrigo Ramon Falconi; SALTARELI, Simone; SILVA, Talita de Cássia Raminelli da; SOUSA, Fátima Aparecida Emm Faleiros. The perception of pain in the experience of childhood cancer. British Journal of Cancer Research, v. 7, n. 1, p. 670–680, 2024. DOI: https://doi.org/10.31488/bjcr.192
Resumo (EN)
There is interest in pediatric cancer pain and its assessment, but it is less studied about cientific production in adults. The study aimed to evaluate how children/adolescents with cancer and family caregivers understood pain. The following instruments were used: sociodemographic and clinical indicators of pain and illness, the Faces Affective Scale (FAS), and the Multidimensional Pain Assessment Scale (EMADOR). Results: age distribution (05-07, 08-11 and 12-19 years old), prevalence for 12-19 years old (45%), female sex (53%), incomplete elementary school (95%) and Catholics (62%). Higher rates for chronic pain (51%) and leukemia (47%). In FAS, figures representing variation in the negative effect of pain were most indicated (71%). In EMADOR, the results by age group showed the descriptors characterized in acute pain about the affective and cognitive dimensions; however, the perception of chronic pain was understood following the life cycle reasoning, from concreteness in sensory descriptors to abstract understanding in affective descriptors. It was concluded that pain was thought of multidimensionally. EMADOR was considered an easy and reliable instrument for pain assessment in the development process, children from the age of 5 understood the painful phenomenon, and mothers, after their children, are the ones who most understand their pain, bringing possibilities for better management of the phenomenon.
Resumo
Há interesse na dor oncológica pediátrica e em sua avaliação, mas estudos científicos sobre a produção da dor em adultos são menos frequentes. O objetivo deste estudo foi avaliar como crianças/adolescentes com câncer e seus familiares percebem a dor. Foram utilizados os seguintes instrumentos: indicadores sociodemográficos e clínicos de dor e doença, a Escala de Faces Afetivas (FAS) e a Escala Multidimensional de Avaliação da Dor (EMADOR). Resultados: distribuição por idade (5-7, 8-11 e 12-19 anos), prevalência na faixa etária de 12-19 anos (45%), sexo feminino (53%), ensino fundamental incompleto (95%) e católicos (62%). Maiores taxas de dor crônica (51%) e leucemia (47%). Na FAS, os dados que mais indicaram variação no efeito negativo da dor foram os que apresentaram maior intensidade (71%). Na EMADOR, os resultados por faixa etária mostraram que os descritores característicos da dor aguda se relacionam às dimensões afetiva e cognitiva; entretanto, a percepção da dor crônica foi compreendida seguindo o raciocínio do ciclo de vida, da concretude nos descritores sensoriais à compreensão abstrata nos descritores afetivos. Concluiu-se que a dor é percebida de forma multidimensional. O EMADOR foi considerado um instrumento fácil e confiável para a avaliação da dor no processo de desenvolvimento; crianças a partir dos 5 anos de idade compreendem o fenômeno doloroso, e as mães, depois dos filhos, são as que melhor compreendem a sua dor, o que possibilita um melhor manejo do fenômeno.
Palavras-chave
pain | cancer | child | adolescent | family | development
Fonte/doi
Direito de Acesso
Acesso Aberto
Financiamento
Vice-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa - Universidade Paulista