Plataformas de Fazendas de Clique: condições de trabalho, materialidades e formas de organização
Documento
Metadados
Título
Plataformas de Fazendas de Clique: condições de trabalho, materialidades e formas de organização
Título (EN)
Plataformas de Fazendas de Clique: condições de trabalho, materialidades e formas de organização
Autor(es)
Rafael Grohmann, Maria Clara Aquino, Alison Rodrigues, Évilin Matos, Caroline Govari, Adriana Amaral
Instituição
Universidade Paulista
Tipo
Artigo
Publicado em
GROHMANN, Rafael; AQUINO, Maria Clara; RODRIGUES, Alison; MATOS, Évilin; GOVARI, Caroline; AMARAL, Adriana. Plataformas de fazendas de cliques: condições de trabalho, materialidades e formas de organização. Galáxia (São Paulo), São Paulo, v. 47, e57969, 2022.
Resumo (EN)
This article analyzes click farm platforms as a deepening element of the platformization of labor in Brazil. Based on interviews with workers and observations on platforms, WhatsApp groups, Facebook, and YouTube videos, the investigation highlights working conditions, material aspects, and forms of organization of people who are paid to like, comment on, and follow profiles on social media platforms. Click farms act as parasitic platforms in relation to social media infrastructures. The profile of those who work for the platforms is that of women with a history of informal work. There are parallel markets for the sale and purchase of fake accounts and bots, which are part of these workers' tactics to survive in the context of click farms.
Resumo
Este artigo analisa as plataformas de fazendas de cliques como elemento de aprofundamento da plataformização do trabalho no Brasil. Com base em entrevistas com trabalhadores e observações em plataformas, grupos de WhatsApp, Facebook e vídeos no YouTube, a investigação destaca condições de trabalho, materialidades e formas de organização das pessoas que são pagas para curtir, comentar e seguir perfis em plataformas de mídias sociais. As fazendas de cliques agem como plataformas parasitas em relação às infraestruturas das mídias sociais. O perfil de quem trabalha para as plataformas é de mulher, com histórico de trabalho informal. Há mercados paralelos de venda e compras de contas fakes e bots, que fazem parte das táticas desses trabalhadores para sobreviver no contexto das fazendas de cliques.
Direito de Acesso
Acesso Aberto
Financiamento
Vice-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa - Universidade Paulista