“Não é Só Uma Festa, Tá Ligado?” Trabalho e circuitos afetivos em coletivos musicais TLGBQIA+ no Sul do Brasil
Documento
Metadados
Título
“Não é Só Uma Festa, Tá Ligado?” Trabalho e circuitos afetivos em coletivos musicais TLGBQIA+ no Sul do Brasil
Título (EN)
“Não é Só Uma Festa, Tá Ligado?” Trabalho e circuitos afetivos em coletivos musicais TLGBQIA+ no Sul do Brasil
Autor(es)
PEREIRA, Simone Luci; AMARAL, Adriana; GOULART, Lucas; CORDOVA, Jonara.
Instituição
Universidade Paulista
Tipo
Artigo
Coleção
Publicado em
Pereira, Simone Luci; Amaral, Adriana da Rosa; Goulart, Lucas Aguiar; Cordova, Jonara. “Não é só uma festa, tá ligado?”: trabalho e circuitos afetivos em coletivos musicais TLGBQIA+ no Sul do Brasil. Revista FAMECOS, Porto Alegre, v. 32, n. 1, e45470, 2025.
Resumo (EN)
This article addresses the operationalizations of affect theories in their relation to electronic music parties, from a Global South perspective. The objective is to understand the collective and singular compositions made possible by the encounter with music, as an intensifying element of affects, as well as the work necessary for the agency of these affects. Using an ethnographically inspired methodology and an exploratory approach that includes observation and informal interviews, we discuss work, affective circuits, and musical scenes in a pilot analysis of the 5th anniversary party of Coletivo T, in Porto Alegre, southern Brazil. Thus, the discussion about parties, corporealities, and urban spaces is carried out from an archaeology of the electronic music scene in the city, which leads to a circuit distinct from its beginning, bringing ruptures and continuities in relation to the aesthetics and identities of these events and their participants.
Resumo
Este artigo trata das operacionalizações das teorias dos afetos em sua relação com as festas de música eletrônica, em uma perspectiva do Sul Global. O objetivo é compreender as composições coletivas e singulares oportunizadas pelo encontro com a música, enquanto elemento intensificador de afetos, assim como dos trabalhos necessários para o agenciamento desses afetos. A partir de uma metodologia de inspiração etnográfica e de um movimento exploratório que inclui observação e entrevistas informais, discutimos trabalho, os circuitos afetivos e cenas musicais em uma análise piloto da festa de 5 anos do Coletivo T, de Porto Alegre, no sul do Brasil. Assim, a discussão sobre festas, corporalidades e espaços da cidade é realizada a partir de uma arqueologia da cena de música eletrônica na cidade, que desemboca em um circuito distinto de seu início, trazendo rupturas e continuidades em relação às estéticas e identidades desses eventos e seus participantes.
Palavras-chave
música eletrônica; circuitos afetivos; coletivos; LGBQIA+; festas de rua.
Direito de Acesso
Acesso Aberto
Financiamento
CNPq e CAPES