Simulating Physician-Patient Interactions Using Generative Artificial Intelligence: An Educational Tool for Medical Students
Documento
Informações
Título
Simulating Physician-Patient Interactions Using Generative Artificial Intelligence: An Educational Tool for Medical Students
Título (EN)
Simulating Physician-Patient Interactions Using Generative Artificial Intelligence: An Educational Tool for Medical Students
Autor(es)
James B. Stoco | João Victor A. Araújo | Adriana T. Peres | Gabriela P. Oliveira | Giovani B. Peres
Instituição
Universidade Paulista
Tipo
Artigo
Tipo de Mídia
Revista
Resumo (EN)
History-taking and communication are core competencies in medical education, yet students often report insufficient confidence and limited opportunities for practice. Standardized patients are effective but resource-intensive. Virtual patients powered by large language models may provide a scalable alternative. This study aimed to evaluate the acceptability and perceived educational impact of a virtual patient simulation using ChatGPT version 3.5 (GPT-3.5) among undergraduate medical students. This descriptive, mixed-methods study included 56 medical students recruited in the first semester of 2025. Participants completed an online questionnaire and interacted with an AI-based virtual patient programmed to simulate a dengue fever case. Performance was scored across six domains (maximum 100 points), and structured feedback was automatically generated. Students could repeat the simulation with minor variations in demographics and symptom presentation. Data collection included demographics, prior exposure to simulations and AI, self-assessment of knowledge and skills, and perceptions of the activity. The sample was balanced by sex (51.8% male), with a mean age of 24.3 years. Most students rated the virtual patient as realistic and useful, and nearly all considered the automated feedback beneficial. Willingness to repeat the activity was high. Among those who repeated, most reported significant performance improvement and greater confidence for real encounters. Chi-square tests confirmed significant deviations from uniformity across key outcomes. Thematic analysis identified four themes: educational utility, limitations of AI, suggestions for improvement, and overall positive appraisal. In terms of prior exposure, nearly half of the students had no prior experience with AI, and most reported only occasional institutional opportunities for simulation. AI-enabled virtual patients using ChatGPT were well accepted by medical students, who perceived benefits for knowledge reinforcement, performance, and confidence in history-taking. These findings support the integration of AI-based simulations as scalable, formative complements to traditional approaches in medical education.
Resumo
A anamnese e a comunicação são competências essenciais na educação médica, contudo, os estudantes frequentemente relatam falta de confiança e oportunidades limitadas para prática. Pacientes simulados são eficazes, mas demandam muitos recursos. Pacientes virtuais baseados em modelos de linguagem complexos podem oferecer uma alternativa escalável. Este estudo teve como objetivo avaliar a aceitabilidade e o impacto educacional percebido de uma simulação com paciente virtual utilizando o ChatGPT versão 3.5 (GPT-3.5) entre estudantes de medicina da graduação. Este estudo descritivo, com metodologia mista, incluiu 56 estudantes de medicina recrutados no primeiro semestre de 2025. Os participantes responderam a um questionário online e interagiram com um paciente virtual baseado em inteligência artificial, programado para simular um caso de dengue. O desempenho foi avaliado em seis domínios (máximo de 100 pontos), e o feedback estruturado foi gerado automaticamente. Os estudantes puderam repetir a simulação com pequenas variações nos dados demográficos e na apresentação dos sintomas. A coleta de dados incluiu informações demográficas, exposição prévia a simulações e inteligência artificial, autoavaliação de conhecimentos e habilidades e percepções sobre a atividade. A amostra foi equilibrada em relação ao sexo (51,8% masculino), com idade média de 24,3 anos. A maioria dos alunos classificou o paciente virtual como realista e útil, e quase todos consideraram o feedback automatizado benéfico. A disposição para repetir a atividade foi alta. Entre aqueles que repetiram, a maioria relatou melhora significativa no desempenho e maior confiança para encontros reais. Os testes qui-quadrado confirmaram desvios significativos da uniformidade em relação aos principais resultados. A análise temática identificou quatro temas: utilidade educacional, limitações da IA, sugestões de melhoria e avaliação positiva geral. Em termos de experiência prévia, quase metade dos alunos não tinha experiência anterior com IA e a maioria relatou apenas oportunidades institucionais ocasionais para simulação. Pacientes virtuais com inteligência artificial, utilizando o ChatGPT, foram bem aceitos por estudantes de medicina, que perceberam benefícios para o reforço do conhecimento, desempenho e confiança na anamnese. Esses resultados apoiam a integração de simulações baseadas em IA como complementos formativos e escaláveis às abordagens tradicionais no ensino médico.
Publicado em
STOCO, James B.; ARAÚJO, João Victor A.; PERES, Adriana T.; OLIVEIRA, Gabriela P.; PERES, Giovani B. Simulating Physician–Patient Interactions Using Generative Artificial Intelligence: An Educational Tool for Medical Students. Cureus Journal of Computer Science, v. 2, art. es44389-025-10532-y, 2025.
Direito de Acesso
Acesso Aberto
Financiamento
Vice Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa