O estudo apresenta o tema do uso do plasma rico em plaquetas no rejuvenescimento facial, delimitado ao emprego autólogo em adultos, com ênfase em eficácia clínica, segurança e fundamentos biológicos, tanto em aplicação isolada quanto em combinação com outras técnicas. O objetivo geral consistiu em avaliar a efetividade e o perfil de eventos adversos do procedimento; como desdobramentos, buscou-se mapear desfechos clínicos e instrumentais e examinar o impacto de variações de preparo e protocolo. A metodologia seguiu diretrizes de revisão estruturada, com buscas em bases amplas, triagem por títulos e resumos, leitura integral dos textos elegíveis e extração padronizada de informações, possibilitando comparação crítica entre estudos. Os resultados indicaram melhora de textura, firmeza e elasticidade cutânea, aumento de colágeno e reorganização de fibras elásticas, além de tempo de recuperação abreviado; combinações com ácido hialurônico e outros adjuvantes sugeriram benefício adicional sem incremento relevante de eventos adversos. Na discussão, reconhece-se que conteúdo leucocitário, ativação, dose por ponto e número de sessões modulam a magnitude do efeito e limitam comparações diretas entre protocolos. Conclui-se que o plasma rico em plaquetas é alternativa válida na estética regenerativa facial quando inserido em protocolos claros e rastreáveis, recomendando-se padronização de preparos, ensaios comparativos robustos e desfechos clinicamente relevantes para orientar decisões compartilhadas na prática.