Bate palmas mutant mice as a model of Kabuki syndrome: Higher susceptibility to infections and vocalization impairments?
Documento
Informações
Título
Bate palmas mutant mice as a model of Kabuki syndrome: Higher susceptibility to infections and vocalization impairments?
Título (EN)
Bate palmas mutant mice as a model of Kabuki syndrome: Higher susceptibility to infections and vocalization impairments?
Autor(es)
Thiago B. Kirsten | Erika P. Silva | Thalles F. Biondi | Paula S. Rodrigues | Carolina V. Cardoso | Silvia M. G. Massironi | Claudia M. C. Mori | Eduardo F. Bondan | Maria M. Bernardi
Instituição
Universidade Paulista
Tipo
Artigo
Tipo de Mídia
Revista
Resumo (EN)
The recessive mutant mouse bate palmas (bapa) arose from N-ethyl-N-nitrosourea mutagenesis. Previous studies of our group revealed some behavioral impairments and a mutation in the lysine (K)-specific methyltransferase 2D (Kmt2d) gene. Because mutations in the KMT2D gene in humans are mainly responsible for Kabuki syndrome, this study was proposed to validate bapa mice as a model of Kabuki syndrome. Besides other symptoms, Kabuki syndrome is characterized by increased susceptibility to infections and speech impairments, usually diagnosed in the early childhood. Thus, juvenile male and female bapa mice were studied in different developmental stages (prepubertal period and puberty). To induce sickness behavior and to study infection susceptibility responses, lipopolysaccharide (LPS) was used. To study oral communication, ultrasonic vocalizations were evaluated. Behavioral (open-field test) and central (astrocytic glial fibrillary acidic protein [GFAP] and tyrosine hydroxylase [TH]) evaluations were also performed. Control and bapa female mice emitted 31-kHz ultrasounds on prepubertal period when exploring a novel environment, a frequency not yet described for mice, being defined as 31-kHz exploratory vocalizations. Males, LPS, and puberty inhibited these vocalizations. Bapa mice presented increased motor/exploratory behaviors on prepubertal period due to increased striatal TH expression, revealing striatal dopaminergic system hyperactivity. Combining open-field behavior and GFAP expression, bapa mice did not develop LPS tolerance, that is, they remained expressing signs of sickness behavior after LPS challenge, being more susceptible to infectious/inflammatory processes. It was concluded that bapa mice is a robust experimental model of Kabuki syndrome.
Resumo
O camundongo mutante recessivo bate palmas (bapa) surgiu por meio de mutagênese com N-etil-N-nitrosoureia. Estudos anteriores do nosso grupo revelaram algumas alterações comportamentais e uma mutação no gene da metiltransferase 2D específica para lisina (K) (Kmt2d). Como as mutações no gene KMT2D em humanos são as principais responsáveis pela síndrome de Kabuki, este estudo foi proposto para validar o camundongo bapa como um modelo para essa síndrome. Além de outros sintomas, a síndrome de Kabuki é caracterizada por maior suscetibilidade a infecções e distúrbios da fala, geralmente diagnosticados na primeira infância. Assim, camundongos bapa machos e fêmeas jovens foram estudados em diferentes estágios de desenvolvimento (período pré-puberal e puberdade). Para induzir comportamento de doença e estudar as respostas de suscetibilidade a infecções, utilizou-se lipopolissacarídeo (LPS). Para estudar a comunicação oral, foram avaliadas as vocalizações ultrassônicas. Avaliações comportamentais (teste de campo aberto) e centrais (proteína fibrilar ácida glial astrocítica [GFAP] e tirosina hidroxilase [TH]) também foram realizadas. Camundongas fêmeas controle e bapa emitiram ultrassons de 31 kHz no período pré-puberal ao explorar um ambiente novo, uma frequência ainda não descrita para camundongas, sendo definida como vocalizações exploratórias de 31 kHz. Machos, LPS e a puberdade inibiram essas vocalizações. Camundongas bapa apresentaram aumento de comportamentos motores/exploratórios no período pré-puberal devido ao aumento da expressão de TH estriatal, revelando hiperatividade do sistema dopaminérgico estriatal. Combinando o comportamento em campo aberto e a expressão de GFAP, as camundongas bapa não desenvolveram tolerância ao LPS, ou seja, continuaram apresentando sinais de comportamento de doença após o desafio com LPS, sendo mais suscetíveis a processos infecciosos/inflamatórios. Concluiu-se que as camundongas bapa constituem um modelo experimental robusto da síndrome de Kabuki.
Palavras-chave
astrocytes, dopamine, LPS, open field, RRID:AB_10013382, RRID:AB_11214323, sickness behavior, ultrasonic vocalizations
Fonte/doi
Publicado em
KIRSTEN, Thiago Berti; SILVA, Ericka Patricia da; BIONDI, Thalles Fagundes; RODRIGUES, Paula da Silva; CARDOSO, Carolina Vieira; MASSIRONI, Silvia Maria Gomes; MORI, Claudia Madalena Cabrera; BONDAN, Eduardo Fernandes; BERNARDI, Maria Martha. Bate palmas mutant mice as a model of Kabuki syndrome: higher susceptibility to infections and vocalization impairments? Journal of Neuroscience Research, v. 100, n. 7, p. 1438–1451, 2022. DOI: https://doi.org/10.1002/jnr.25050.
Direito de Acesso
Acesso restrito
Financiamento
Vice-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa