Influência da dieta ácida na erosão dentária: avaliação do pH de bebidas industrializadas
Documento
Informações
Título
Influência da dieta ácida na erosão dentária: avaliação do pH de bebidas industrializadas
Title
Acid diet influence on erosion tooth: evaluation pH beverage industrialized
Autor(es)
Caio Vieira de Barros Arato | Viviane Fusco
Edição
JULHO/SETEMBRO DE 2016
Tipo de Artigo
ORIGINAL ARTICLES / ARTIGOS ORIGINAIS
Palavras-chave
Erosão dentária; Alimentos industrializados; Dentina
Resumo (EN)
Objective – To analyze the pH of industrialized beverages and correlate with the critical pH for enamel and dentin, and this can lead to dental erosion. Methods – Experimental study was conducted with samples of five different brands of carbonated soft drinks (Coca-Cola, Coca-Cola Zero, Guarana Antarctica and Guarana Antarctica Zero), not carbonated (Gatorade Passion Fruit) and powdered juice (TANG Passion Fruit, TANG Lime and Orange), known as acids and potentially erosive, achieved through pH measurements pH-meter and fast pH strips. Results – Among the samples of carbonated beverages analyzed, the common Coca-Cola had lower pH (between 2.54 and 2.65). Conclusions– Samples of carbonated and noncarbonated beverages analyzed in this study, all indicate potential for the erosive enamel, since all showed pH below 5.5 at all times studied.
Resumo
Objetivo – Analisar o pH das bebidas industrializadas e correlacionar com o pH crítico para o esmalte e dentina, sendo esse capaz de levar a erosão dentária. Métodos – Foi realizado estudo experimental com amostras constituídas por 5 marcas diferentes de refrigerantes gaseificados (Coca-Cola, Coca-Cola Zero, Guaraná Antarctica e Guaraná Antarctica Zero), não gaseificados (Gatorade Maracujá) e suco em pó (TANG Maracujá, TANG Limão e TANG Laranja), conhecidos como ácidos e potencialmente erosivos, realizados através de medições de pH por pH-metro e fitas rápidas de pH. Resultados – Entre as amostras das bebidas gaseificadas analisadas, a Coca-Cola comum apresentou menor pH (entre 2,54 e 2,65). Conclusões – Das amostras das bebidas gaseificadas e não gaseificadas analisadas neste estudo, todas indicam potencial erosivo para o esmalte, uma vez que todas apresentaram pH menor que 5,5, em todos os tempos estudados.
Instituição
UNIP
Direito de Acesso
Acesso Aberto