Correlação entre a atividade física diária e o nível de atividade de vida diária em pacientes pós acidente vascular encefálico
Documento
Informações
Título
Correlação entre a atividade física diária e o nível de atividade de vida diária em pacientes pós acidente vascular encefálico
Title
Correlation between daily physical activity and activities of daily living (ADL) levels in post-stroke patients
Autor(es)
Tamires Ribeiro da Silva, Heitor Machado Santos, Ingrid Bianca Fabre Carvalho, Edivandra Buzato Silva, Thiago Barbosa Maia
Edição
Janeiro/Março de 2026
Tipo de Artigo
ORIGINAL ARTICLES / ARTIGOS ORIGINAIS
Curso
Fisioterapia
Palavras-chave
Acidente vascular cerebral; Reabilitação do acidente vascular cerebral; Isquemia encefálica; Atividade física; Modalidades de fisioterapia; Terapia por exercícios; Qualidade de vida
Resumo (EN)
Objective – To analyze the relationship between the level of daily physical activity and functional independence in post-stroke individuals treated at the teaching clinic of Universidade Paulista (UNIP). Stroke is one of the leading causes of global disability, limiting independence and Activities of Daily Living (ADLs). Methods – The sample consisted of 11 participants (mean age 67.8 years), predominantly male (81.8%), with a prevalence of ischemic stroke (63.6%) and a mean time since onset of 6.45 years. The Barthel Index for functional independence, the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ), and the Timed Up and Go (TUG) test for functional performance and fall risk were utilized. Results – Findings revealed that the majority of patients presented mild dependence (63.6%) and low levels of physical activity (54.5%). In the TUG test, 45.4% achieved times exceeding 20 seconds, indicating a high risk of falls. The findings demonstrate a direct association between low levels of physical activity and reduced autonomy in ADLs. Conclusion: Regular exercise, even at light to moderate intensity, is a determinant factor for functionality. Conclusion – physical therapy interventions and adapted rehabilitation programs are essential to break the cycle of sedentary behavior and promote quality of life in this population.
Resumo
Objetivo – Analisar a relação entre o nível de atividade física diária e a independência funcional em indivíduos pós-AVC atendidos na clínica escola da Universidade Paulista (UNIP). O Acidente Vascular Encefálico (AVC) é uma das principais causas de incapacidade global, limitando a independência e as Atividades de Vida Diária (AVDs). Métodos – A amostra foi composta por 11 participantes (média de 67,8 anos), predominantemente homens (81,8%) e com prevalência de AVC isquêmico (63,6%), apresentando tempo médio de acometimento de 6,45 anos. Foram utilizadas a Escala de Barthel para independência funcional, o Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ) e o teste Timed Up and Go (TUG) para desempenho funcional e risco de quedas. Resultados – Revelaram que a maioria dos pacientes apresentou dependência leve (63,6%) e baixo nível de atividade física (54,5%). No teste TUG, 45,4% obtiveram tempos superiores a 20 segundos, indicando risco elevado de quedas. Os achados demonstram uma associação direta entre baixos níveis de atividade física e menor autonomia nas AVDs. Conclusão – A prática regular de exercícios, mesmo de intensidade leve a moderada, é determinante para a funcionalidade. Intervenções fisioterapêuticas contínuas e programas de reabilitação adaptados são fundamentais para romper o ciclo de sedentarismo e promover a qualidade de vida nessa população.
Instituição
Universidade Paulista
Direito de Acesso
Acesso Aberto