Indivíduos hospitalizados priorizam o tratamento e atenção para as doenças de base, nas quais levaram eles até lá, negligenciando outros cuidados como à higiene bucal. O fator sistêmico é de grande importância para a imunossupressão e formação de patologias orais, assim como a pré-existência de lesões traumáticas ou outros tipos de lesões na cavidade oral atua também como um fator complicador para a reabilitação do paciente, seja em âmbito local ou mesmo sistêmico. Podemos levar em consideração os microrganismos envolvidos, na sua grande maioria a predominância são de bactérias gram negativas. Quando agimos de forma eficaz em nível de prevenção primaria, menos complexo, menores são os danos futuros. Deste modo, os conhecimentos de saúde bucal adquiridos pelo paciente antes da internação interferem no seu prognostico, da mesma forma que nos pós também pode lhe proporcionar melhor qualidade de vida após a alta hospitalar. Para termos bons resultados é necessário que haja a intervenção multidisciplinar para o paciente, além do incentivo familiar e a cooperação do paciente.