Dificuldades da amamentação em crianças com lábio leporino
Autor(es)
Jhony Max de Jesus Alcantara | Juliana Souza de Rezende | Larissa Bruna Magalhães Maia Gomes | Melissa Akemi Souza Tabata
Orientador(a)
Paula de Sousa e Castro
Resumo
A recomendação da OMS assegura que a amamentação exclusiva deve durar até os 6 meses do neonato, no entanto crianças portadoras de fissura labiopalatina tem maior dificuldade de se amamentar por este meio devido a pressão intraoral que se encontra afetada nesta deformidade congênita. Diante dessa adversidade, o objetivo do estudo é identificar os fatores que interferem no manejo do aleitamento materno de mães com crianças com lábio leporino, quais as principais intervenções de enfermagem e quais as orientações fornecidas às mães. O método da em pesquisa foi uma revisão integrativa. Como principais resultados encontrados relação às dificuldades estão relacionadas à condição anatômica da alteração oral, o que dificulta o processo de amamentação, pela sucção ineficiente, além de complicações como refluxo e possibilidade de aspiração. Em relação às orientações fornecidas, a revisão pode identificar que há falta de profissionais devidamente qualificados para essa população especifica, porém, quando há orientação ainda no pré-natal a chance de sucesso no manejo de amamentação aumenta. Sobre as intervenções de enfermagem que devem ser realizadas, elas passam por uma orientação correta sobre efetivamente o aleitamento, como posição para amamentar, mas também em apoio familiar, social e psicológico. O estudo pode evidenciar que há falta de profissionais devidamente capacitados e de estudos que possam apresentar qual a melhor assistência a ser prestada por toda equipe multiprofissional.