Avaliação do manchamento de amostras de resina composta fotopolimerizável com diferentes superfícies expostas a cloreto de cetilperidínio e clorexidina com e sem álcool: estudo in vitro
Avaliação do manchamento de amostras de resina composta fotopolimerizável com diferentes superfícies expostas a cloreto de cetilperidínio e clorexidina com e sem álcool
Avaliação do manchamento de amostras de resina composta fotopolimerizável com diferentes superfícies expostas a cloreto de cetilperidínio e clorexidina com e sem álcool: estudo in vitro
Autor(es)
Helena Machi Pedro
Orientador(a)
Patrícia Fernanda Roesler Bertolini
Coorientador(a)
Oswaldo Biondi Filho
Resumo
Restaurações de resina composta fotopolimerizável (RCF) estão sujeitas ao manchamento dependendo dos hábitos do paciente, e características de sua superfície. Este trabalho caracteriza in vitro manchamento de um tipo de RCF com diferentes tratamentos de superfície após uso de enxaguatórios bucais a base de cloreto de cetilperidínio e clorexidina com e sem álcool por período de tempo determinado. Oitenta corpos de prova em RCF, cor EB1, com superfície sem tratamento de um lado da amostra, e polido do outro, distribuídos em 8 grupos (G): G1- café, G2- água destilada, G3 - digluconato de clorexidina a 0,12% com álcool, G4 - digluconato de clorexidina a 0,12% sem álcool, G5 - Cloreto de Cetilperidínio com álcool, G6 - Cloreto de Cetilperidínio sem álcool, G7- Dióxido de Cloro estabilizado a 0,02%, G8 - digluconato de clorexidina a 0,06% sem álcool. Em cada grupo, 10 amostras permaneceram imersas nos produtos por tempo de uso mimetizando 1 ano. Três examinadores calibrados cegos atribuíram escores para caracterizarem seu manchamento. Teste Kruskal-Wallis com nível de significância a 5%, complementado pelo teste Student-Newman-Keuls caracterizaram que manchamento ocorreu, influenciado pelo enxaguatório bucal e polimento da superfície. G1 e G3 apresentaram maiores escores de manchamento (p<0,01) independente da superfície estar polida, ou não. Dentro dos limites deste estudo, pode-se afirmar que o cirurgião dentista deve estar atento à indicação de enxaguatórios bucais para seus pacientes, pois, na presença de restaurações estéticas de RCF, digluconato de clorexidina a 0,12% associada ao álcool foi relacionado com manchamento de superfície polida, ou não.