Utilização de laser de baixa frequência na cicatrização de úlceras diabéticas
Autor(es)
Camila Cardozo Duarte | Isabella Novelli Ferreira | Juliana dos Santos Silva | Maria Vitória da Cunha Alves | Natália Amorim Moura
Orientador(a)
Andrea Porchat
Resumo
O diabetes mellitus (DM) é um distúrbio metabólico caracterizado por hiperglicemia devido à deficiência na produção ou ação da insulina. Entre suas complicações, destacam-se a neuropatia e a insuficiência vascular, que favorecem o surgimento de úlceras diabéticas, feridas de difícil cicatrização e alto risco de infecção. O laser de baixa frequência surge como alternativa promissora por estimular a regeneração celular, melhorar a vascularização e reduzir dor e inflamação. Este estudo avalia sua efetividade na cicatrização de úlceras diabéticas. Métodos: Pesquisa do tipo revisão sistemática, realizada a partir da seleção de artigos publicados entre os anos de 2015 a 2023, em bases de dados científicos mais relevantes para a área da saúde PubMed/MEDLINE,SciELO, BVS/Bireme e LILACS, que abordassem o uso da laserterapia de baixa frequência como intervenção no tratamento ou cicatrização de úlceras em pessoas com diabetes mellitus. Resultados: Foram avaliados os resultados dos artigos selecionados, e de modo geral, todos demonstraram que o laser de baixa frequência contribui na aceleração do processo de cicatrização, reforçando que é um método não invasivo, seguro e eficaz na estimulação da regeneração tecidual. Conclusão: Conclui-se que a terapia com laser de baixa frequência quando aplicado em úlceras diabéticas se mostra um método benéfico, proporcionando a melhora e a redução do tempo da regeneração tecidual, contribuindo para o avanço no tratamento de úlceras diabéticas.
Palavras-chave
Úlcera diabética | Laser de baixa intensidade | Cicatrização