Retratamento endodôntico: quando e como realizá-lo?
Autor(es)
Giovanna Freitas Mendes da Costa
Orientador(a)
Lení Hamaoka
Resumo
Foi produzida uma revisão da literatura científica acerca do retratamento endodôntico não cirúrgico, com ênfase em suas indicações clínicas, bem como nos métodos e técnicas disponíveis para sua execução. Realizou-se um levantamento bibliográfico em bases de dados especializadas, contemplando artigos e publicações relevantes que abordam o tema sob diferentes perspectivas. O estudo reuniu informações sobre as principais causas de insucesso em tratamentos endodônticos, os fatores que determinam a necessidade de retratamento e as situações clínicas em que essa abordagem deve ser considerada a primeira escolha terapêutica. Além disso, foram discutidos os métodos de desobturação, as opções de instrumentação manual e automatizada, o uso de solventes e a importância dos protocolos de irrigação e desinfecção dos canais radiculares. Ao final do trabalho podemos concluir que o retratamento endodôntico não cirúrgico representa uma alternativa eficaz para a preservação dos dentes com falha endodôntica, desde que corretamente indicado, planejado e executado. A decisão clínica deve ser sempre individualizada, considerando fatores como a experiência do profissional, as condições do dente e os recursos tecnológicos disponíveis, a fim de favorecer o prognóstico e garantir maior previsibilidade no tratamento.